É o velho clichê: toda biografia é uma ficção e toda ficção é uma biografia.
Dito isso, vamos ao que eu queria contar.
Saturno chegou. Foi lançado, publicado. Nem sei quantos anos levou. Por quantos ficou de lado, quietinho, só esperando.
Curiosamente, a figura real que inspirou a ideia para o livro, não foi o carismático “Edu”. Mas sim, “Daniel”. O discreto personagem que se recusa a ser um coadjuvante, como ele mesmo diz. A força que trouxe um pouco de lucidez para essa estranha atmosfera de Saturno e me fez considerar que talvez algumas coisas rendessem uma história.
Renderam. Não sei se boa. Mas é essa aqui.
